O meia Valdívia ainda sente dores e limitação de movimentos. A fibrose na parte posterior da coxa esquerda, detectada ainda em 10 de outubro, no duelo diante do Botafogo, tem dado sérias dores de cabeça para o chileno. No clássico contra o Corinthians, Valdívia entrou no segundo tempo mas logo teve que ser substituído. A substituição, porém, não foi técnica. Foi uma precaução.

“A gente não tem um número mágico para dizer qual tempo mínimo ou máximo que o jogador deve atuar nesses casos. A evolução, quando você não tem lesão estrutural, é melhorar a dor. Depende do feedback do jogador, que tem que fazer repouso relativo”, disse Otávio Vilhena, médico do Palmeiras em entrevista coletiva nesta segunda-feira.

“A fibrose é um resultado da cicatrização pouco organizada do organismo. Essa situação de doer mais ou menos vai se estabilizar em algum momento, e aí vai parar de doer. Essa questão vamos definir antes do jogo”, completou Vilhena.

Valdívia deve ter sua escalação confirmada apenas momentos antes da partida. Caso o chileno sinta dores no aquecimento, sua escalação estará vetada pelo departamento médico do clube.

O Palmeiras enfrenta o Atlético-MG nesta quarta-feira, em Sete Lagoas, pelas quartas-de-final da Copa Sulamericana. O jogo está marcado para às 19h50.

Comentários

comentários