O atual presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, bem que tentou unir a situação do clube. O almoço com Paulo Nobre e Salvador Hugo Palaia acabou não sendo produtivo, e cada um vai seguir um caminho distinto nas eleições. Palaia, visivelmente sem condições de ser presidente, quer de todas as maneiras o cargo. Paulo Nobre seguirá como uma terceira via no clube, principalmente para os jovens, que não suportam mais ver o Palmeiras fechado na sua administração, evitando assim oportunidades para os mais jovens.

Com o racha geral na situação, a oposição é quem está em vantagem no pleito que deverá acontecer na segunda quinzena de janeiro. Arnaldo Tirone será o candidato, apoiado por Roberto Frizzo e também por Mustafá Contursi.

“Em tese, o pessoal que votou junto no Belluzzo optará uma parte pelo Palaia e outra pelo Paulo Nobre. Se forem 120 votos, pode virar 80 e 40 para o grupo deles. Para nós, o risco é menor, porque estamos juntos há muito tempo”, disse Frizzo, que foi derrotado duas vezes nas urnas pela atual situação.

“Não existe eleição fácil no Palmeiras. Nessa estamos aparentemente melhor postados. Nosso grupo obteve 123 votos nas duas últimas eleições. Pode ter acontecido um crescimento, porque a situação não é das mais felizes no clube hoje em dia”, completou.

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