A diretoria do Palmeiras e o meia Lincoln se acertaram e o meia permanece até o final de 2011.

Foi difícil e demorado. Mas bastou Lincoln voltar a jogar o que sabe e a diretoria do Palmeiras o chamou para conversar e acertar a situação pendente. Quando saiu do Galatassaray, Lincoln arcou com quase R$ 2,5 milhões para romper o contrato. O Palmeiras, tendo na figura de seu presidente o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, prometeu ao jogador que quitaria a quantia até o final de 2010. Resumindo: Belluzzo ficou doente, o clube endividado e Lincoln acabou recebendo desprezo, além do dinheiro prometido.

Quando voltou a jogar, Lincoln mostrou capacidade para continuar vestindo a camisa do clube. O técnico Luiz Felipe Scolari pediu formalmente para o atual presidente, Arnando Tirone, que fizesse todos os esforços para o meia permanecer. Tirone atendeu e se compromenteu em arcar com a dívida.

“Nunca tive problema com diretoria, nem com a anterior e nem com essa. Foi legal da parte deles querer conversar e ouvir de mim a vontade de ficar, de cumprir o contrato até o fim. Conversamos sobre a parte financeira, mas é uma coisa interna,” disse Lincoln.

O atleta será relacionado para enfrentar o Santos, no próximo domingo, na Vila Belmiro. Valdívia, machucado e em recuperação, é desfalque certo.

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