Diretor de Futebol do clube, Roberto Frizzo acusa alguns integrantes da política palmeirense de causar tumulto: “São ratazanas de esgoto,” disse.

O Palmeiras insiste em criar seus próprios problemas. Nesta semana, a diretoria do clube liberou o volante Pierre para o Atlético-MG, até o final do ano. Esse não seria o problema principal, apesar do volante ser um dos ídolos recentes da torcida. O técnico Luiz Felipe Scolari já tinha acertado com o gerente de futebol mineiro, Eduardo Maluf, a chegada de Ricardo Bueno, que chegaria na troca com Pierre.

A diretoria do Atlético negou o pedido na última hora e ameaçou melar o negócio. Porém, Pierre seguiu para Minas, e Bueno não veio para São Paulo. O fato irritou Felipão, que teria conversado e esbrevejado seriamente com Frizzo, em reunião fechada.

O jornal “Estado de S.Paulo” divulgou que a diretoria do clube, representada por Frizzo, tinha fechado um contrato de gaveta com Paulo César Carpegiani, recém demitido do São Paulo. Segundo a matéria, o bom relacionamento de Frizzo com o filho do treinador ajudou na negociação.

Em nota no site oficial, Frizzo acusou alguns integrantes da política do clube de tumultuar o ambiente. “Tratam-se de cinco ou seis ratazanas do esgoto, que insistem em querer tumultuar o ambiente do Palmeiras. O Felipão é o nosso técnico, continuará sendo e tem a total confiança da presidência e da diretoria de futebol do Palmeiras,” disse.

Felipão já reiterou diversas vezes o desejo de permanecer no clube, mesmo após o término do contrato, em 2012. Ainda não existem conversas sobre renovação.

O Palmeiras enfrenta o Bahia, nesta quinta-feira, pelo Brasileiro.

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