Conselho de Orientação e Fiscalização se reunirá hoje para definir e analisar o caso.

Por Thiago Gomes

Será que foi uma bagunça contábil ou, de fato, o dinheiro foi desviado? Hoje o COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) vai se reunir para analisar e dar o parecer final sobre o assunto.

Em 2010, o Palmeiras ganhou uma verba na justiça no valor de R$ 1,1 milhão. Cerca de R$ 290 mil foi repassado do clube para Pedro Enzo, então membro do Jurídico do clube, para eventuais repasses.

Francisco Busico, diretor financeiro da época, protocolou a entrega do valor integral. Os documentos foram entregues para Antônio Carlos Corcione e Enzo, ambos do departamento jurídico.

Tanto Busico quanto Corcione confirmam que não houve desvio, e sim uma bagunça contábil na hora de regularizar o dinheiro. Existe a possibilidade do dinheiro ter sido destinado para pagamento de suborno fiscal envolvendo algumas situações, principalmente sobre as obras do restaurante do clube, na época. Porém o clube nega a informação e nega, também, fatos anteriores de suborno.

Caso o consenso final sea o sumiço do dinheiro, todos os envolvidos serão expulsos do quadro associativo do clube e responderão criminalmente, correndo risco de devolver o valor integral.

 

 

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