Presidente do Palmeiras, Paulo Nobre fala em coletiva.
Presidente do Palmeiras, Paulo Nobre fala em coletiva.

Presidente tem direito a 10% do lucro alviverde por mês, para diminuir a dívida do clube

A dificuldade com o fluxo de caixa e a crise no relacionamento com a Crefisa fizeram com que a dívida do Palmeiras com seu presidente aumentasse consideravelmente em 2016. Paulo Nobre já colocou R$ 22 milhões nos cofres do clube desde o primeiro dia do ano.

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Foram R$ 8,9 milhões em janeiro, além de R$ 6,5 milhões em março e mais R$ 6,5 milhões no início de abril — as duas últimas remessas equivalem ao dinheiro que a Crefisa deixou de bancar pelo patrocínio e ajudam no pagamento dos salários.

Dessa maneira, o total de dinheiro injetado por Nobre desde que ele se tornou presidente, em janeiro de 2013, ultrapassou os R$ 200 milhões. Até o ano passado, a conta era de R$ 180 milhões — R$ 40 milhões foram abatidos, porque ele assumiu os direitos de Allione, Mouche, Cristaldo, Tobio e Mendieta.

Os R$ 22 milhões emprestados em 2016, provavelmente, não entrarão no acordo aprovado pelo Conselho Deliberativo do Palmeiras, dando a Nobre o direito de ficar com 10% da arrecadação do clube por mês.

A tendência é de que ele recupere a maior parte do dinheiro assim que a Crefisa depositar os R$ 13 milhões pendentes, referentes a março e abril.

À espera:
O Palmeiras aguarda a volta de José Roberto Lamacchia do exterior para assinar o aditivo no contrato que fará com que a Crefisa pague os patrocínios atrasados. O dono da empresa está no exterior a passeio.

Previsão alta:
O Palmeiras informou ontem ao São Bernardo, seu rival nas quartas de final, que espera uma arrecadação líquida superior a R$ 2 milhões. Cada clube terá direito à metade.

Harmonia total:
Antes de saber que terá direito a cerca de R$ 1 milhão, o São Bernardo já havia concordado em ajustar a R$ 40 o valor do ingresso para o sócio-torcedor. Vale lembrar que os membros do Avanti com melhores planos não pagam a entrada.

Fonte: Blog do Jorge Nicola

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