Roger diz que Palmeiras deve ter só uma novidade para o Dérbi

Técnico reafirma que Thiago Santos será o substituto de Felipe Melo, suspenso. O restante do time deve ser o mesmo que bateu o América-MG na quarta-feira.

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Notícia original de Lance!

Roger Machado disse nesta sexta-feira, antes de comandar um treino fechado na Academia de Futebol, que o time titular do Palmeiras deve ter apenas uma novidade para o clássico contra o Corinthians, às 16h de domingo, em Itaquera, pela quinta rodada do Brasileirão: Thiago Santos na vaga de Felipe Melo, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Moisés, machucado, é outra baixa.

– Contra o Atlético-PR mudei dois jogadores por estratégia (Lucas Lima e Borja começaram no banco). Depois voltaram contra o América-MG. A tendência é que não haja modificação, mas vai depender do que a gente pensar para o jogo como estratégia. O Thiago está confirmado na vaga do Felipe, é o jogador que mais se assemelha às características do Felipe. A tendência é que não haja (mudança), mas ainda tem o que estudar – disse o treinador, antes de falar especificamente sobre as características de Thiago.

– O que a gente vai ter de bom é que o Thiago é potente para encurtar as bolas recebidas no meio. Tem um número de bolas roubadas grande na região central. Tem boa bola aérea, bom primeiro passe, como o Felipe, mas tem um pouco menos de dinâmica na construção. Nada que atrapalhe nossa saída de bola. Nós ganhamos com o Thiago no meio de campo um jogador que protege muito bem a zaga – emendou.

O Palmeiras deve jogar com Jailson, Marcos Rocha, Antônio Carlos, Edu Dracena e Diogo Barbosa; Thiago Santos, Bruno Henrique e Lucas Lima; Keno, Dudu e Borja.

A equipe jogará como visitante pela quarta vez consecutiva. Problema? Não para este Palmeiras, que venceu 12 de 15 jogos fora de casa em 2018 (aproveitamento de 84,4%). Nas três partidas anteriores, foram três triunfos: Alianza Lima, Atlético-PR e América-MG, por Libertadores, Brasileiro e Copa do Brasil.

– Como mandante já é difícil conseguir esse percentual alto de aproveitamento. Dá para dizer que a gente aprendeu a jogar fora, entendeu a adversidade de cada jogo. Por vezes você usa uma estratégia reativa, em outros momentos pressiona um pouco mais alto. O certo é que quando você joga como visitante, em função do torcedor pressionar o time da casa para que se imponha, os nossos jogadores têm um pouco mais de facilidade para jogar. Somado a isso, sempre saliento aos atletas que se a gente conseguir manter o zero no placar durante boa parte do jogo, saindo na frente teremos uma vantagem em função dos espaços maiores ainda que vão aparecer. Aprendemos a jogar, sim. Temos aproveitamento ótimo fora e muito bom em casa – analisou Roger.

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