O Palmeiras teve as contas reprovadas pelo Conselho de Orientação e Fiscalização. O presidente Maurício Galiotte não conseguiu aprovar as contas e o grande obstáculo foi o novo contrato com a Crefisa.

A patrocinadora foi denunciada na Receita Federal e teve que pagar R$ 30 milhões de multa. As minutas contratuais, então, mudaram. Os jogadores contratados pela empresa foram repassados como empréstimos, fazendo com que o clube pague por isso em algum momento.

Ao todo são R$ 120 milhões de dívidas. Galiotte pretende montar um fundo de recursos muito parecido com o fundo que pagou as dívidas com o ex-presidente Paulo Nobre. Nobre foi avalista de empréstimos bancários e já tem a conta zerada com o clube.

A dívida é basicamente formada pelos seguintes atletas: Luan (R$ 10 milhões), Fabiano (R$ 6,7 milhões), Bruno Henrique (R$ 14 milhões), Guerra (R$ 10 milhões), Thiago Santos (R$ 1 milhão), Borja (R$ 33 milhões), Deyverson (R$ 18 milhões), Dudu (R$ 10 milhões) e Lucas Lima (R$ 17,5 milhões).

Na semana passada, Leila Pereira, presidente da patrocinadora, bancou um jantar para conselheiros e associados com o objetivo de facilitar a aprovação em assembleia geral da alteração de mandato para presidente.

“É uma questão meramente política. Tenho muito respeito pelos órgãos do Palmeiras, mas infelizmente tem pessoas (no COF) ligadas ao Mustafá (Contursi) e fazem de tudo para atacar o patrocinador. Acho uma irresponsabilidade as pessoas irem de encontro aos aditivos, que nunca deram prejuízo, porque tem ativos como garantia. E eu pago um patrocínio acima do valor de mercado,” afirmou.

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