O presidente Mauricio Galiotte, da SE Palmeiras, concede entrevista coletiva com a presidente da Crefisa, Leila Pereira (E), para anunciar a renovação do contrato de patrocínio com o clube, após treinamento, na Academia de Futebol.


O Palmeiras segue muito bem dentro das quatro linhas após a chegada do técnico Luiz Felipe Scolari. Mas o sossego, por enquanto, só na grama. Dentro do clube, na questão política, o clima continua conturbado.

Leila Pereira, dona da Crefisa, processou os três vices do Palmeiras. Genaro Marino, Victor Fruges e José Carlos Tomaselli foram alvos da empresária por conta de nota emitida recentemente alegando que Pereira estava ‘chantageando’ o Palmeiras.

De acordo com nota do UOL Esporte, a executiva pede retratação e edição da nota e, além disso, pagamento de R$ 100 mil de cada vice, totalizando R$ 300 mil.

Racha

Desde que optou por seguir com o patrocínio com a Crefisa, Maurício Galiotte perdeu o apoio dos seus três vices eleitos. Desde então recebe críticas por conta dos moldes do novo contrato. A nota emitida por Fruges, Tomaselli e Marino foi a ‘gota dágua’ para a relação estorar.

Em entrevista recente para o Diário Lance, Genaro Marino explicou a relação com a dona da financeira.

“(Quando houve a votação para a entrada de Leila no Conselho) À medida que ele (Maurício) tinha leitura de que tinha que fazer (colocá-la no CD), eu disse “não”, porque o ex-presidente Paulo Nobre havia feito um parecer jurídico e deu que ela não poderia ser votada. Ali foi uma opção do Maurício, não culpo a patrocinadora. Se ela gosta e ajuda o Palmeiras, é bem-vinda, é até uma bênção, sabendo que em 2013 e 2014 passamos anos de penúria. Mas não é por isso que acho que temos que desperdiçar. Transformou-se um contrato da noite para o dia em débito retroativo. Não posso aceitar isso como gestor do clube. Não somos contra ninguém, só queremos que se faça o certo”, disse.

Marino deve ser o adversário de Galiotte nas eleições para presidente em novembro.

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