Organizada palmeirense protesta na Academia e quer saída de 11 atletas

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Torcedores protestaram, mas prometeram apoio durante os 90 minutos (Foto: Marcelo D. Sants/FramePhoto/Gazeta Press)
Torcedores protestaram, mas prometeram apoio durante os 90 minutos (Foto: Marcelo D. Sants/FramePhoto/Gazeta Press)


O elenco palmeirense foi cobrado na saída da Academia de Futebol para o Estádio Palestra Itália antes do confronto com o Flamengo, realizado na tarde deste domingo, pelo Campeonato Brasileiro. Reunidos em frente ao centro de treinamento do clube, dezenas de torcedores organizados pediram a saída de 11 atletas.

“Os jogadores não podem ser poupados e tratados como crianças mimadas. São profissionais e devem ser cobrados pelos serviços prestados”, diz o manifesto assinado pela Mancha Alviverde, principal organizada do Palmeiras, distribuído durante o protesto.

Os torcedores querem a saída de Egídio, Roger Guedes, Fabiano, Luan, Juninho, Antônio Carlos, Arouca, Michel Bastos, Deyverson, Bruno Henrique e Erik. Alguns poucos atletas foram poupados, entre eles Dudu, Fernando Prass, Moisés e Edu Dracena.

O técnico interino Alberto Valentim foi cobrado pelos torcedores durante a manhã deste domingo, assim como o antecessor Cuca. O presidente Maurício Galiotte e o diretor de futebol Alexandre Mattos também acabaram incluídos na manifestação dos organizados, que usaram bandeiras e rojões.

Na saída do ônibus da delegação para a arena, torcedores atiraram pipocas e pamonhas. A despeito do alto investimento, o Palmeiras encerrará a temporada sem títulos, uma vez que foi eliminado na semifinal do Campeonato Paulista, nas quartas da Copa do Brasil, nas oitavas da Libertadores e ocupa o quarto posto no Brasileiro.

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