TJD-SP, liderado por corintiano, deve encerrar caso da final do Paulista

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O Delegado Olim, presidente do Tribunal de Justiça Desportiva, corintiano, deve encerrar hoje a análise sobre o caso de interferência externa.

Mesmo reunindo diversas provas, contratando empresa de investigação e mais uma série de outras atitudes, o Palmeiras não vai conseguir vencer a batalha contra o TJD-SP. Aliás o mesmo tribunal fez de tudo para colocar água fria no processo. Alegou prazo excedido, depois confirmou a interferência, voltou atrás, subiu, foi, voltou, desceu. Mas a realidade é que eles não vão fazer nada além do que negar o andamento do processo.

O Palmeiras já espera a negativa. O clube paulista vai seguir o trajeto e entrar no Superior Tribunal de Justiça Desportiva, da CBF. Após a análise, se essa for negativa (e provavelmente será), é a vez de ir até a Corte Arbitral do Esporte, na Suíça, e exigir o direito com mais imparcialidade.

O TJD-SP, órgão coligado a Federação Paulista, em nenhum momento foi imparcial. Em nenhum momento mostrou boa vontade em analisar o caso. Foi alvo de críticas do presidente Maurício Galiotte e do diretor jurídico Alexandre Zanotta. Na tentativa de revidar, puniu ambos. A maneira mais fácil de passar um ‘cala a boca e aceite’. Mas o clube e seus dirigentes vão levar a situação mais adiante, para desespero dos homens de terno da FPF.

Veremos as cenas dos próximos capítulos.

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