Cronologia

1914 – Impulsionados pela presença de times italianos no Brasil, quatro jovens italianos resolvem criar um time para a colônia da Itália. Em 26 de agosto é realizada a reunião de fundação do novo clube, o Palestra Itália. A Ata de Fundação, por sinal, é redigida em italiano. O primeiro presidente é Ezequiel Simone, que fica apenas 19 dias no cargo.

1915 – O Palestra Itália disputa seu primeiro amistoso, contra o Savóia, de Sorocaba, e vence por 2 a 0, com gols de Bianco e Alegretti. O escudo adotado é a cruz de Savóia.

1916 – O time consegue filiar-se à Associação Paulista de Esportes Atléticos (Apea) para disputar o Campeonato Paulista. Termina em penúltimo lugar.

1917 – Após uma reunião do conselho, a camisa mudam saindo a faixa branca. O escudo passa a ser um circulo com iniciais P e I. No Paulistão, fica em segundo.

1918 – Inconformados com a marcação de um pênalti no jogo contra o Paulistano, a diretoria do Palestra resolve se desligar da Apea. Dois meses depois, a entidade readmite o time, mas com uma condição: que a bandeira italiana só seja hasteada em seus jogos ao lado da bandeira brasileira. A diretoria palestrina aceita.

1919 – Mesmo fazendo uma grande campanha em seu retorno à Apea, o Palestra Itália termina em segundo lugar no Campeonato Paulista. O campeão da competição é o Paulistano.

1920 – O Palestra quase desiste do Paulista depois de uma briga no jogo contra o Corinthians, que termina em 2 a 1 para o rival. Mas a persistência dá resultado e o clube conquista o título ao vencer por 2 a 1 o forte Paulistano num jogo-desempate. A diretoria compra o campo do Parque
Antárctica, que pertencia a cervejaria de mesmo nome.

1921, 1922 e 1923 – Vice Campeão paulista. Esse é o primeiro de três segundos lugares consecutivos na competição. Para desespero palestrino, o Corinthians ganha em 22 e 23.

1924 – Nova crise se instaura no clube. Após uma derrota para o Brás, a direção da Liga suspende Nigro e Casserini por três jogos. Como a diretoria palestrina não aceita a decisão, mais sete jogadores são suspensos. Irritados, os dirigentes do Palestra tiram o time do campeonato, alegando mais uma vez preconceito contra os italianos.

1925 – O time volta a disputar o Paulistão, mas faz uma campanha fraca. Fica apenas na quinta posição.

1926 – O Palestra consegue conquistar o Paulista com uma campanha indiscutível: nove jogos, nove vitórias e 33 gols. Heitor é o artilheiro do campeonato com 18 gols.

1927 – O primeiro bicampeonato. A taça é garantida em um jogo tumultuado contra o Santos, na Vila Belmiro. Nesse jogo, houve muita polêmica em torno da atuação do árbitro. Os santistas reclamaram da não marcação de um pênalti.

1928 – O Palmeiras faz uma boa campanha no Campeonato Paulista, mas não consegue a Taça. Termina na terceira colocação, mesmo tendo o melhor ataque, com 46 gols.

1929 – Em jogo contra o Ferancvaros, da Hungria, o Palestra entra em campo com um uniforme da cor azul. No campeonato Paulista, uma briga no jogo contra o Corinthians afasta o time do título, uma vez que o adversário vence o jogo por 4 a 1. No final, o Palestra acaba com a competição na terceira colocação e a taça vai para o arqui-rival.

1930 – O jovem atacante Romeu Pelicciari é promovido a titular aos 19 anos. Com uma campanha regular, o Palestra termina em terceiro lugar no Campeonato Paulista.

1931 – Pela primeira vez, três jogadores são negociados com equipes do exterior. pepe e Serafini Vào para Lazio e Ministrinho, para a Juventus, todos da Itália.

1932 – O Palestra conquista o Paulista com a melhor campanha da história da competição: 11 jogos, 11 vitórias, 48 gols pró e apenas 8 gols contra.

1933 – Festa dupla. No mesmo dia o Palestra é campeão do Rio-São Paulo e do Campeonato Paulista, já que as duas competições eram disputadas simultaneamente.

1934 – O inédito tri é alcançado. A equipe chega ao título com uma campanha quase perfeita, pois perde apenas o último jogo, para o São Paulo, por 1 a 0.

1935 – O Palestra começa a se tornar conhecido fora do país ao disputar amistosos contra o Boca Juniors (empate em 1 a 1) e Espanyol, de Barcelona (derrota por 2 a  .

1936 – Numa melhor de três partidas contra o Corinthians, o Palestra conquista o título Paulista após duas vitórias e um empate.

1937, 1938 e 1939 – Anos ruins para o Palestra. Acaba na quarta colocação em 38 e chega perto do título duas vezes, em 37 e 39. Em ambas oportunidades, termina na segunda posição.

1940 – Além de conquistar o Campeonato Paulista, com três pontos a frente da Portuguesa, o Palestra tem a honra de inagurar o estádio do Pacaembú. Enfrenta o Coritiba e o goleia por 6 a 2.

1941 – Estréia no time principal o maior ídolo do clube na década de 40: o goleiro Oberdan Cattani. Ele domina o gol palestrino por 15 anos.

1942 – O momento mais dramático da história do clube depois de 2002: por causa da Segunda Guerra Mundial, o Palestra é obrigado a mudar de nome para atender uma determinação do governo. Em 13 de setembro de 1942, após uma reunião do conselho deliberativo, fica decidido o novo nome: Sociedade Esportiva Palmeiras. O escudo, agora, só tem a letra P estampada. As cores verde e branco continuam. Líder no Paulistão, a conquista da competição é confirmada na última partida, já com o novo nome, diante do São Paulo.

1943 – Em seu segundo ano com o novo nome, o time obtém o mesmo êxito. Fica em terceiro no Paulista.

1944 – Apesar do Corinthians contar com o reforço do lendário Domingos da Guia, o Palmeiras é quem conquista o Paulistão. A semana do jogo decisivo foi cercada por uma polêmica suspensão aplicada ao médio argentino Dacunto, do Verdão. Mas o desfalque não prejudicou o time, que venceu por 3 a 1.

1945, 1946 – Anos ruins para o Palmeiras, que vê o São Paulo ser bicampeão.

1947 – Ao conquistar o título com uma vitória por 4 a 3 sobre o São Paulo, nas últimas rodadas, o Verdão chega ao seu décimo título paulista. No comando, um jovem treinador que faria história: Osvaldo Brandão.

1948 – A pior campanha da década. O Palmeiras termina o Campeonato Paulista na sexta colocação.

1949 – Pela primeira vez o time vai à Europa. Disputa um torneio na Espanha contra o Barcelona (empata em 1 a 1) e kobenhavn (perde por 4 a 3) e fica em terceiro lugar.

1950 – No Ano Santo, o Palmeiras conquista mais um título paulista. A partida da final seria contra o São Paulo, que ficou conhecida como a partida da “lama” e só é disputada no ano seguinte.

1951 – O Palmeiras conquista o título mais importante da década e do século. Em julho, ganha a Copa Rio, o primeiro Mundial de Clubes disputada no Rio de Janeiro e em São Paulo. Clubes como Nacional, do Uruguai, e Juventus, da Itália, disputam a competição. Além disso, o Verdão também fatura o Torneio Rio-São Paulo.

1952 – Um ano para ser esquecido. O Palmeiras faz um péssimo Campeonato Paulista. Para piorar, chega a ser goleado pelo Corinthians por 6 a 4. Termina a competição na quarta colocação. É o começo de um pequeno jejum. No Rio-São Paulo, o time é oitavo colocado.

1953 – Mesmo sendo vice campeão estadual (o título é conquistado pelo São Paulo), a sensação de derrota é inevitável. Já no Rio-São Paulo a história não muda muito e o time termina o campeonato na sétima colocação.

1954 – O Palmeiras chega à decisão do Campeonato Paulista contra o arqui-rival Corinthians. Precisando vencer, empata em 1 a 1 no estádio do Pacaembú e o título de campeão do IV Centenário de São Paulo vai para o adversário. A partida foi marcada pelo fato de o time ter entrado em campo com camisas azuis a mando de um pai-de-santo.

1955-1956 – O Verdão continua amargando fracassos. Termina o Campeonato Paulista na quarta colocação em ambos os anos. Já no Rio-São Paulo em 55, é o terceiro colocado.

1957 – Após uma participação regular no torneio de classificação, em que termina em sexto, o Palmeiras chega ao fundo do poço no Campeonato Paulista. Em 18 jogos, acumula 11 derrotas. A penúltima colocação faz com que os dirigentes passem a pensar em mudanças. No Rio-São Paulo, o mesmo time dá vexame, ficando em oitavo lugar.

1958 – Com a venda de Mazzola para o futebol italiano, o Palmeiras contrata vários jogadores. Repatria o atacante Julinho, que estava na Fiorentina, da Itália, e traz o lateral Djalma Santos, da Portuguesa, além de contratar o goleiro Valdir de Moraes e os meias Chinesinho e Zequinha. O sonhado título, porém, ainda não é alcançado.

1959 – Mais uma vez o escudo muda. Agora, o P ganha o nome Palmeiras ao seu redor. E o time volta a ser Campeão Paulista após 9 anos. Vence o Santos, de Pelé, no último jogo.

1960 – Embalado e em alto astral, o Palmeiras vence a Taça Brasil ao golear o Fortaleza por 8 a 2. A vitória dá ao time o direito de disputar pela primeira vez a Copa Libertadores.

1961 – Logo em sua primeira disputa, o Palmeiras chega à final da Libertadores, contra o Peñarol. Perde o primeiro jogo e empata o segundo, deixando o título escapar.

1962 – Sem títulos, o Palmeiras passa um ano em branco.

1963 – O Verdão conquista mais um título paulista e impede o tetracampeonato do Santos. O atacante Julinho, em grande forma, é o destaque da competição.

1964 – Após perder para o São Paulo por 4 a 2, a diretoria do Palmeiras, irritada, decide inovar. Coloca Djalma Santos, Julinho, Valdemar Carabina e Mário Travaglini como técnicos, mas a medida não dura. Mesmo com estes problemas, o time termina na segunda posição do Paulista.

1965 – No dia 7 de setembro, no estádio do Mineirão, o Palmeiras entra em campo com a camisa da seleção brasileira para enfrentar o Uruguai e vence por 3 a 0, com gols de Julinho, que encerra a carreira no fim da temporada, Rinaldo e Tupãzinho. ALém disso, conquista o Rio-São Paulo.

1966 – O Palmeiras conquista o Paulista com quatro pontos de vantagem sobre o Santos.

1967 – Duas grandes conquistas em um ano: o Verdão leva a Taça Brasil e o recém-criado Roberto Gomes Pedroza, o Robertão.

1968 – Derrotas abalam o clube. O time perde a Libertadores para o Estudiantes, da Argentina, e só escapa do rebaixamento no Paulistão na última rodada, graças a um empate com o Guarani.

1969 – Ao contrário do ano anterior, a equipe conquista dois títulos: a Taça de Prata e o Torneio Ramón de Carranza. No Paulista, termina em segundo.

1970 – Comandados por Leão, Luís Pereira, Dudu e Ademir da Guia, o Palmeiras começa a montar a equipe que dominaria o cenário nacional na primeira metade da década.

1971 – O atacante Leivinha, da Portuguesa, é contratado após uma longa negociação. E a diretoria não se arrepende. Ele se transforma em um dos grandes artilheiros do clube, marcando 104 gols com a camisa alviverde. No Campeonato Paulista, o time faz o que pode, mas termina em segundo lugar.

1972 – Campeão Paulista e Brasileiro, o supertime do Verdão fatura a taça sobre o São Paulo e o Botafogo, respectivamente. Em ambas as decisões o resultado foi 0 a 0.

1973 – Vice-campeão Paulista, o Palmeiras conquista o bicampeonato brasileiro. O título chega depois de um empate sem gols com o São Paulo.

1974 – O time volta a ser Campeão Paulista após uma histórica final diante do Corinthians, que já amargava um jejum de 20 anos. A final, no Morumbi, termina em 1 a 0, gol do atacante Ronaldo.

1975 – No Paulistão, o Palmeiras não consegue chega à final, e, no Brasileirão, a campanha é medíocre. O Verdão sequer chega às semifinais.

1976 – Em um campeonato disputado, o Palmeiras conquista o titulo paulista. É o último da geração de Ademir da Guia, que se despede do clube no fim do ano, após 15 anos no Verdão.

1977 – No Estadual, o Palmeiras termina em quarto lugar. Já no Brasileirão, é o sexto.

1978 – Comandado por Jorge Mendonça, o time chega à final do Brasileiro com status de favorito diante do Guarani. A taça, porém, fica em Campinas, graças ao jovem atacante Careca, que marca o gol da vitória por 1 a 0, de pênalti, no jogo decisivo.

1979 – Mesmo fazendo grandes campanhas tanto no Paulista quanto no Brasileiro, ambas sob o comando do técnico Telê Santana, o time não consegue chegar ao título.

1980 – Após um segundo turno horrível (duas vitórias, oito empates e nove derrotas) o Palmeiras quase é rebaixado no Paulistão.

1981 – Por causa da campanha ruim no Paulistão do ano anterior, o Verdão é obrigado a disputar a Taça de Prata, equivalente à Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro. Consegue se classificar para a Taça de Ouro ( a Primeira Divisão), mas termina a competição na 31a. posição.

1982 – O Verdão é o terceiro colocado no Campeonato Paulista.

1983 – Em um clássico contra o Santos, o Palmeiras empata graças a um gol do árbitro José de Assis Aragão, que desvia ocasionalmente para o gol após um chute cruzado.

1984 – O atacante Mário Sérgio, hoje técnico, é pego no exame antidoping e suspenso. O caso abala o grupo e o Verdão deixa o título Paulista escapar para o Santos.

1985 – O Palmeiras precisava de uma vitória para chegar a final do Paulista, mas perde para o XV de Jaú em pleno Parque Antárctica por 3 a 2. A eliminação é um duro golpe.

1986 – Dez anos após conquistar o último título, o Palmeiras volta a disputar uma final de Campeonato Paulista. Mas é derrotado pela surpreendente Internacional de Limeira.

1987 – O jovem goleiro Zetti entra para a história ao ficar 1.239 minutos sem tomar gol defendendo o Verdão.

1988 – Mais um ano na fila. Com times modestos, o Palmeiras perde tudo.

1989 – O time conquista a Taça dos Invictos (23 partidas sem perder), porém perde tanto o Campeonato Paulista quanto o Brasileiro.

1990 – Depois da eliminação no Campeonato Paulista após um empate com a Ferroviária em pleno Pacaembú, a torcida, irada, invade a sala de troféus do Parque Antarctica e quebra tudo o que vê pela frente. Ninguém é preso ou indiciado. No Brasileiro, o time é eliminado na primeira fase.

1991 – Nelsinho Baptista, campeão brasileiro em 1990 pelo Corinthians, é contratado como salvação para tirar o time da fila. Mas, após problemas no elenco, entre eles o afastamento de Evair, o clube fica mais um ano na fila.

1992 – Em abril, a diretoria assina contrato com a multinacional italiana Parmalat e anuncia profundas mudanças, entre elas a camisa, que ganha listras brancas e fica mais clara. Vários craques são contratados, entre eles o meia Zinho. No Paulistão, o time chega a uma final depois de oito
anos. Porém, é derrotado pelo São Paulo.

1993 – A quebra do jejum. Depois de 16 anos, o Palmeiras volta a ser campeão ao vencer o arqui-rival Corinthians na decisão por 3 a 0 e 1 a 0 na prorrogação. O técnico da equipe era Vanderlei Luxemburgo, que havia sido campeão em 90 pelo Bragantino. O time ainda fatura o Rio-São Paulo e o Campeonato Brasileiro.

1994 – Ano de bicampeonato. O Verdão conquista o Paulista e o Brasileiro novamente.

1995 – O time chega a decisão do Paulistão contra o Corinthians, mas o adversário dá o troco e conquista o título.

1996 – Com um supertime, o Palmeiras ganha o Campeonato Paulista com uma campanha excelente, marcando mais de 102 gols.

1997 – O time passa o ano sem conquistar títulos.

1998 – O Verdão fatura a Copa do Brasil ao vencer o Cruzeiro por 2 a 0. No segundo semestre, ganha a recém-criada Copa Mercosul.

1999 – Finalmente conquista a Libertadores. O Verdão realiza sonho de disputar a final do Mundial Interclubes no Japão, mas é derrotado por 1 a 0 pelo Manchester United (Inglaterra).

2000 – O fim de uma era. A Parmalat, multinacional italiana que bancava o futebol do clube, anuncia a sua saída após sete anos. O elenco é reformulado após perder a final da Libertadores para o Boca Juniors, na decisão por pênaltis. Antes disso, eliminou o Corinthians da Libertadores e ainda teve a felicidade de ver Marcelinho perdendo o último penalti, defendido pelo goleiro Marcos.

2001 – Mesmo não indo bem no Campeonato Paulista e no Rio-São Paulo, o Palmeiras consegue eliminar vários adversários e consegue chegar na semifinal da Libertadores. Na seminfinal, contra o Boca Juniors, o Palmeiras é eliminado em pleno Parque Antárctica após dois jogos emocionantes. No Paulistão, o time decepciona.

2002 – Um ano fatídico na história do Palmeiras e que ficará marcado eternamente. Por causa de uma série de motivos, o clube cai para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro. O presidente do clube, Mustafá Contursi, disse que o time disputaria o torneio e não teria virada de mesa, como era articulado. Na Copa do Brasil, time é eliminado pelo ASA de Arapiraca.

2003 – No Paulistão, é eliminado pelo Corinthians. Na disputa do Campeonato Brasileiro da Série B, promove garotos e tem sua maior revelação: Vágner Love. Campeão com sobras, o time volta para a Série A.

2004 – Pelo Paulistão, o Palmeiras foi eliminado pelo Paulista de Jundiaí e não disputou a final com o São Caetano. Na Copa do Brasil, foi eliminado pelo Santo André, tomando 2 gols em 5 minutos e empatando em 4 a 4 (a primeira partida foi 2 a 2). No Nacional, o Verdão ficou em quinto lugar e conseguiu uma vaga na repescagem da Libertadores 2005, tendo que enfrentar o Tacuary (Paraguai).

2005 – No Paulistão, o Palmeiras faz outra campanha pífia e nem ameaça chegar ao título. Na Libertadores, após se classificar para as oitavas de final, perdeu a vaga para o São Paulo, sendo derrotado nos dois jogos (Palestra Itália e Morumbi). Depois de um bom início no Brasileirão, o Palmeiras decaiu e conseguiu uma vaga na Libertadores do ano seguinte na última rodada, após bater o Fluminense por 3 a 2 no Palestra Itália, de virada.

2006 e 2007 – Anos ruins para o Palmeiras, que viu o São Paulo ser bicampeão Brasileiro. Corinthians, o rival, caiu para a segunda divisão do Nacional de 2007. Adidas entra como fornecedora de material esportivo. Palmeiras fica em quinto no Brasileiro e não vai para a Copa Libertadores.

2008 – A Traffic, uma empresa de Marketing Esportivo poderosa, entrou no Palmeiras com contrato de parceria. Compra jogadores, e com a valorização, negocia. Pirelli sai e entra a Fiat. Logo na primeira disputa, o Palmeiras é Campeão Paulista. Destaque para o chileno Valdívia. Na Copa do Brasil, o Alviverde foi eliminado pelo Sport.

2009 – Primeiro ano de administração do economista Luiz Gonzaga de Mello Belluzzo. Palmeiras é eliminado no Paulista pelo Santos, com duas derrotas. Na Libertadores, o Verdão foi eliminado pelo Nacional do Uruguai com dois empates. No Brasileiro, o Palmeiras ficou em quinto lugar, mesmo liderando 19 rodadas.

2010 – Palmeiras tem, novamente, ano sem títulos. No Campeonato Paulista, não conseguiu classificação. No Brasileiro, também ficou para trás e nem vaga na Libertadores conquistou. Na Copa do Brasil, a eliminação para o Atlético-GO foi marcante. Na Copa Sulamericana, o time chegou nas semifinais mas acabou batido pelo Goiás, que estava rebaixado no Campeonato Brasileiro. Belluzzo sofreu com problemas cardíacos e cedeu, provisoriamente, o poder à Salvador Hugo Palaia, vice-presidente.

2011 – Arnaldo Tirone ganhou a eleição para presidente do Palmeiras. Felipão continuou no comando. No Paulista, apesar de boa campanha, o Verdão não conseguiu chegar longe. Na Copa do Brasil, o Palmeiras levou 6 a 1 do Coritiba, fora de casa. No retorno, venceu a partida por 2 a 0 e foi eliminado. No Brasileiro, acabou na 11ª colocação. Kleber foi embora e deixou Felipão na mão. Pela Sulamericana, o Palmeiras perdeu para o Vasco por 2 a 0 fora de casa. Apesar de ter vencido por 3 a 1 no Pacaembú, levou gol fora de casa e foi eliminado. Foi mais um ano sem título.

2012 – No segundo ano de Arnaldo Tirone como presidente, o Palmeiras foi eliminado no Paulistão pelo Guarani. O time comandado por Felipão levantou a taça de Campeão da Copa do Brasil ao bater o Coritiba. Mas, no Brasileiro, o time ficou entre os quatro últimos e acabou rebaixado para a Série B do Brasileiro.

2013 – O Palmeiras iniciou o ano disputando o Paulistão, mas acabou não chegando nas finais. Na Copa do Brasil, o Palmeiras foi eliminado pelo Atlético-PR. No Brasileiro da Série B, campeão e acesso sem dúvidas, sem problemas. Marca o primeiro ano da gestão Paulo Nobre.