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Atitude e atenção: a receita para o Palmeiras bater o Santos na semifinal

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Times se enfrentam domingo, na Vila Belmiro, por um lugar na decisão do Paulistão; equipe de Cuca terá que suportar a conhecida pressão do rival no estádio alvinegro

O Palmeiras acordou tarde na temporada, mas parece que finalmente despertou. Depois de um início irregular com Marcelo Oliveira e também com Cuca, o que acabou custando uma inesperada eliminação na Taça Libertadores da América ainda na fase de grupos, o Verdão começa a se acertar em 2016.

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A ascensão da equipe, que não perde há seis partidas, será testada neste domingo, contra o Santos, na Vila Belmiro, em partida que vale uma vaga na decisão do Campeonato Paulista.
A série de quatro derrotas (uma pela Libertadores e três pelo Paulistão) consecutivas logo na chegada de Cuca complicou o time palmeirense.

Mas, após ocupar a última colocação do Grupo B do torneio estadual e se aproximar da zona de rebaixamento, o time garantiu sua classificação na liderança da chave, na última rodada.

Em campo, o treinador parece começar a acertar o time. Mesmo com pouco tempo para trabalhar e sem ainda ter conseguido repetir a mesma escalação por dois jogos consecutivos, o Verdão cresceu de produção e chega para a semifinal na Baixada fortalecido.

Veja o que a equipe terá que fazer para passar pelo Santos e disputar a final do Paulista:

SUPORTAR A PRESSÃO
O Santos é muito forte jogando em casa. E os números comprovam isso: além da invencibilidade de 25 partidas sem perder na Vila, o time alvinegro não é derrotado em casa em partidas válidas pelo Campeonato Paulista desde 2011, quando perdeu exatamente para o Verdão. O Palmeiras precisa saber segurar a pressão dos donos da casa, principalmente no início da partida. No ano passado, o time alviverde “aceitou” perder de pouco (1 a 0) na primeira decisão da Copa do Brasil para decidir em casa. Desta vez, porém, o duelo será disputado em jogo único. Quem vencer avança à decisão, e empate leva a definição para os pênaltis.

ATENÇÃO NA DEFESA
Ricardo Oliveira, Gabriel, Lucas Lima, Victor Ferraz, Zeca… As boas opções ofensivas do Santos já são bem conhecidas pelos palmeirenses. Em 2015, as duas equipes se enfrentaram sete vezes e, em 2016, o único encontro entre os rivais terminou empatado sem gols. Dorival Júnior utiliza bem a velocidade e a boa infiltração pelas laterais, com Ricardo Oliveira como referência. Para suportar os avanços do Peixe, o Verdão precisa ter um bom desempenho dos volantes e dos laterais na marcação. Na área, a dupla de zaga não pode bobear com Ricardo Oliveira.

TER ATITUDE
O Palmeiras não pode apenas ver o Santos jogar. Na primeira final da Copa do Brasil, o Verdão até teve uma boa chance para abrir o placar com Jackson logo no início da partida e reclamou de um pênalti claro em Lucas Barrios no começo da segunda etapa. Mas, no geral, o time de Marcelo Oliveira não conseguiu sair da pressão santista e “comemorou” a derrota por apenas 1 a 0, resultado que foi revertido em São Paulo. Para quebrar a troca de passes do Peixe, os palmeirenses precisam ter mais a bola nos pés. Para isso é fundamental uma boa movimentação de Robinho, Alecsandro e dos volantes.

SEM PROVOCAÇÃO
Os jogos entre Palmeiras e Santos foram marcados por muitas polêmicas e provocações na temporada passada. Neste ano, porém, os rivais tentam controlar mais a emoção, deixando escapar algumas poucas trocas de farpas dos dois lados. Vítima de provocação e marcação forte contra o Rosario Central, pela Libertadores, Gabriel Jesus diz que tem trabalhado mais a parte emocional para não deixar o time em desvantagem mais uma vez – ele foi expulso na Argentina.

VARIAÇÃO TÁTICA
Ainda não dá para saber como joga o time ideal de Cuca. Com pouco tempo para trabalhar, o treinador tem afirmado que só vai encontrar a base da equipe durante os jogos. Mas, o que poderia ser um problema, acabou virando uma arma do Palmeiras por causa da grande variação tática. O treinador já atuou no 3-5-2, 4-4-2, 4-2-3-1, 4-3-3… Contra o São Bernardo, por exemplo, começou a partida com dois meias e dois atacantes, mas, com muita movimentação ofensiva, acabou alternando posições e funções. No segundo tempo, Cuca terminou a partida com quatro atacantes: Róger Guedes, Dudu, Alecsandro e Gabriel Jesus.

FORÇA OFENSIVA
Cuca fez mistério durante a semana e não antecipou a escalação. Mas a esperança de gols está toda depositada na dupla Gabriel Jesus e Alecsandro. Artilheiros do time em 2016 com nove gols cada, os atacantes cresceram de produção com a nova comissão técnica e vivem bom momento na equipe. Com Gabriel mais próximo da grande área e Alecsandro livre para atuar pelo meio de campo, o Palmeiras pode furar a defesa santista na Vila Belmiro.

Fonte: Globo Esporte

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