Paulo Nobre dá entrevista em coletiva, no Verdão.
Paulo Nobre dá entrevista em coletiva, no Verdão.

Depois de passar por um ano de transição dentro das quatro linhas em 2015, o Verdão começa a traçar novos planos fora delas. Principalmente no que diz respeito ao campo político que permeia o clube.

Dessa forma, o Palmeiras tem estudado, por meio de seu conselho deliberativo, uma reforma estatutária, que modificaria uma série de aspectos. Dentre eles, o período de mandato do presidente, sendo dilatado em mais doze meses. Pela nova proposta, os próximos mandatários, ao invés de ficar no cargo por dois anos, permanecerão no cargo três anos, se o projeto for aprovado.

Esse tipo de proposta acendeu a polêmica, sobretudo aos membros da oposição palmeirense, como por exemplo Roberto Frizzo:

“Que essa regra [dos três anos] passe a valer para o próximo presidente, e não para o atual. A mudança no estatuto não pode se transformar em casuísmo”, adiantou.

Apesar de a sugestão de emenda não ter efeitos retroativos (ou seja, não se aplicaria a Paulo Nobre), alguns conselheiros estão sobressaltados para que não haja qualquer brecha que venha a beneficiar a situação. As eleições estão previstas para o fim do ano que vem. Outro ponto a ser votado, por fim, será a possibilidade de direito a voto dos sócios-torcedores, algo que ainda deverá entrar em muito debate ainda pela frente.

Fonte: 90min

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