O acordo da Puma com o Palmeiras deu ainda mais visibilidade ao clube palestrino. A empresa alemã bancará R$ 22,5 milhões anuais pago de maneira parcelada. Desse valor, R$ 8 milhões serão pagos em produtos e material esportivo.

O contrato foi muito bem costurado pela diretoria, que conseguiu maximização de 10% em relação ao antigo documento firmado com a Adidas. O acordo, aliás, é maior que muito patrocínio máster pago para clubes brasileiros.

Veja alguns exemplos:
Botafogo-RJ e Caixa: R$ 10 milhões (acordo encerrado em 2018 e sem renovação para 2019);
Santos e Caixa: R$ 10 milhões (podendo alcançar R$ 16 milhões em caso de conquistas/premiação);
Atlético-MG e Caixa: R$ 12 milhões;
Cruzeiro e Caixa: R$ 12 milhões;
Grêmio: R$ 13 milhões;
Internacional: R$ 13 milhões;

Os acordos de São Paulo e Flamengo são maiores, mas nada exorbitante. O time do Morumbi recebe cerca de R$ 23 milhões e os cariocas embolsam R$ 25 milhões anuais.

Valorização no alto

A camisa palmeirense é, sem sombra de dúvidas, a vestimenta mais valorizada do futebol brasileiro. Em parceria com a Crefisa desde 2015, o Verdão já conquistou três títulos nacionais: a Copa do Brasil de 2015 e os títulos do Brasileirão de 2016 e 2018. Em 2017 foi vice-campeão.

O novo contrato com a financeira ainda não foi assinado. Os valores vão superar R$ 80 milhões anuais excluindo qualquer forma de bônus por conquistas (o clube faturou R$ 10 milhões extras com a conquista do Deca em 2018).

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