Fonte: Site Oficial

Durante a longa entrevista coletiva concedida na tarde desta segunda-feira (01), na Academia de Futebol, também sobrou espaço para o assunto futebol. Em entrevista coletiva concedida na Academia de Futebol, o comandante palmeirense afirmou que sentiu o grupo ainda mais motivado após o episódio envolvendo a imprensa minutos antes do início do jogo contra o Goiás, realizado sábado (30), em Barueri.

“Não quero que vocês (jornalistas) me entendam mal. Mas tudo o que aconteceu afetou positivamente o grupo. Repito, não me entendam mal. Mas vi uma torcida muito participativa e esse elenco ainda mais motivado, com vontade de vencer. E na nossa chegada em Barueri para enfrentar o Goiás, o que eu vi no vestiário foram os jogadores falando que iriam se empenhar ainda mais para vencer.”

O treinador palmeirense voltou a falar sobre as condições do time no Campeonato Brasileiro e não escondeu que as chances de chegar à Copa Libertadores através da disputa continuam pequenas. “São nove times na nossa frente. Eles precisam perder muitos jogos para a gente alcançá-los. Se tivéssemos reagido um pouco antes, pode ter certeza que estaríamos brigando. Mas, agora, é muito difícil. Á princípio, vamos continuar direcionando nossas possibilidades. Uma vitória sobre o Atlético-PR, por exemplo, nos colocaria numa condição muito favorável. Mas são suposições. No momento, estou mais voltado para a Copa Sul-Americana.”

Felipão também foi perguntado sobre o bom momento da defesa e valorizou o trabalho feito pelo seu auxiliar, Murtosa. O Verdão tem a segunda defesa menos vazada da competição (33 gols), apenas um gol a mais que Cruzeiro e Botafogo.
“Temos de valorizar. Tirando o jogo deste sábado (Goiás), quando levamos dois gols que não costumamos tomar, a defesa só vem crescendo e correspondido. Isso é mérito do nosso trabalho também, do Murtosa. Fazemos treinamentos estranhos, zagueiro dando balão, cabeceando 50 bolas por treino, chutando de direita, de esquerda…Mas a evolução deles em campo é reflexo do que fazemos nos treinamentos. Esse trabalho é importantíssimo. Veja o Tinga e o Márcio Araújo. Era raro eles acertarem um chute com a perna esquerda, e contra o Goiás, fizeram gol de esquerda.”

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