O COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) do Palmeiras rejeitou as contas do clube do mês de março. É a terceira vez consecutiva que a negativa é fincada nos documentos alviverdes.

O ex-presidente Mustafá Contursi, que detém o respeito da maioria dos integrantes do órgão, não concordou com a alteração contratual entre o Verdão e a Crefisa. Na nova cláusula, a financeira repassou por empréstimo cerca de R$ 120 milhões. Não é mais considerado como doação.

Leila Pereira, presidente da patrocinadora, esbravejou na imprensa o fato de ter que pagar R$ 30 milhões em multas aplicadas pela Receita Federal. A empresária garantiu que a denúncia partiu de dentro do Palmeiras, especificamente de Contursi, atual desafeto.

É considerado certo que as contas de abril, maio, junho e julho também sejam rejeitadas pelo COF. O presidente Maurício Galiotte ainda não encontrou uma forma de amenizar a situação e tentar a aprovação. Politicamente, o clube enfrenta uma forte divisão às vésperas das eleições para presidente, que ocorrerá em novembro.

Comentários

comentários